18 de janeiro de 2012

não me deixes.

« (...) por isso também seja bom para ti manteres-te longe de alguém como eu. »
o quê?! não, não, não. é demais, já chega. isto não pode acontecer outra vez. não consigo, desta vez não consigo. se existe alguém que me impeça de fazer alguma coisa que me vou arrepender depois, és tu. e queres me deixar? ha, não me parece. tenta vira-me as costas, acredita que vou atrás de ti. foi injusto, sabes? foi. espero que nunca mais me assustes assim, o simples pensamento de não te ter comigo deixou-me com lágrimas nos olhos. sabes, só agora é que percebi o quanto dependente sou de ti, e sinto-me mal por ser assim. toda carente e sensível. ugh, odeio a sensação de estar na corda bamba, estar no auge de chorar a toda a hora. e amanhã, amanhã vais-me dizer que foi tudo um sonho. que nunca me vais deixar, que aquele papel que me mandaste, foi apenas uma acção impulsiva. está bem? e em vez do costume beijinho na bochecha, vais agarrar-me o queixo e dar-me um beijo na testa, os meus preferidos. depois vais pegar-me na mão e entrelaçar os teus dedos nos meus e, involuntariamente, a minha cabeça vai cair no teu ombro direito e vai ser perfeito. não quero saber que seja para o meu bem, eu estou bem se estiveres aqui e ponto final. e olha? és perfeita princesa. tenho um orgulho imenso em ti. & amo-te.

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