23 de janeiro de 2012

vou conseguir, por nós.

Consigo sentir o sangue a palpitar-me nos pulsos. Parece que me estão a implorar para serem cortados, juro. Os meus olhos continuam-se a encontrar com os comprimidos em cima da mesinha de cabeceira, a minha consciência continua a gritar «pára de comer!» e a minha boca continua a ficar seca quando toda a gente começa a falar dos meus problemas, sem saberem que são realmente, meus. e está a ser cada vez mais difícil cumprir a nossa promessa meu amor. Mas vou conseguir. Tenho de conseguir. Por agora, os filmes de terror vão ter de satisfazer os meus desejos sombrios.

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