10 de fevereiro de 2012

Que vergonha que me tornei assim.

Ainda me lembro quando andava pelas ruas com a música do telemóvel no volume máximo, a cantar aquelas músicas que me faziam morder os lábios para esconder o meu sorriso. Tenho saudades de sorrir voluntariamente, tenho saudades da minha infância e daquela inocência que eu tinha. E sabem? Quando minto, ninguém me diz: 'pára de mentir, eu conheço-te e mentir é feio', como diziam quando era pequenina. Ás vezes fico à espera que a minha mãe me ralhe por não usar casaco ou estar mal agasalhada neste tempo de Inverno. Mas acabo por olhar para o vazio à espera da preocupação que já lá não está. Frágil, partida, sombria ou calada, não sei o que sou. Decidam vocês.

1 comentário:

pipaa (: disse...

gostei bastante e sigo *
passa pelo meu se quiseres (;